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10/10/2008

Restaurante Canoas, em Porto Real do Colégio, colocado a venda

Foto: Arquivo

Porto Real do Colégio

Vista parcial de Porto Real do Colégio (AL)

 

O ‘Canoas – Bar e Restaurante’ da cidade de Porto Real do Colégio, distante de Maceió (AL) 182 km, está sendo colocado a venda pelo seu proprietário Hudson.

 

O restaurante, que além de localizado em ponto estratégico, as margens do Rio São Francisco, na divisa de Sergipe com Alagoas, tendo como visão frontal à cidade ribeirinha de Própria, é tambem um dos mais belos cartões portais da cidade alagoana.

 

Informações podem ser obtidas com Júnior Ribeiro, através do e-mail: juniorprc@hotmail.com

 

Sobre Porto Real do Colégio

 

O povoamento de Porto Real do Colégio começou por volta do século XVII. Várias tribos, entre elas, os Tupinambás, Carapotas, Aconás e Cariris habitavam a região. Viviam da caça, pesca e lavoura. Os bandeirantes, vindos da Bahia e que desciam o rio São Francisco, e os padres jesuítas foram os primeiros a chegar a Porto Real do Colégio.

Os jesuítas conseguiram aos poucos fixar as tribos indígenas nos arredores da sede e mandaram construir uma pequena capela sob a invocação de Nossa Senhora da Conceição

Por volta do século XVIII havia um convento e um colégio. Os padres ensinavam línguas, entre elas, o latim. Alguns anos depois, os portugueses, ajudados por negros africanos, construíram, em plena mata, um engenho de açúcar e implantaram uma fazenda de gado.De modo geral, portanto, o povoamento de Porto Real do Colégio foi resultado da fusão de três raças: o branco, representado pelo português; o negro, trazido para o trabalho agrícola; e o índio, que era o dono da terra.

Um fato importante para o povoado foi a passagem de Dom Pedro II, em 1859. Ele visitou os índios antes de ir até a cachoeira de Paulo Afonso, na Bahia. Em 1876, a vila foi criada pela resolução 737. Em 1880, uma lei definiu os limites do novo município.

 

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"Só existem dois dias do ano em que não podemos fazer nada. O ontem e o amanhã".

(Mahatma Gandhi)


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